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Lapa

A Lapa está localizada no Segundo Planalto Paranaense, na região dos Campos Gerais, distante 71 km de Curitiba, capital do Paraná. Possui uma área de 2.045,8 km2, com uma população estimada de 42.933 habitantes (conforme Censo IBGE, 2009).


Situada a 908 metros de altitude, tem um clima fresco e temperado no verão, frio e seco no inverno, com ocorrência de geadas.



Os municípios limítrofes são: ao norte, Palmeira, Porto Amazonas e Balsa Nova; ao sul, Rio Negro e Antônio Olinto; ao leste, Campo do Tenente, Contenda e Quitandinha e ao oeste, São João do Triunfo.



Em razão da marcante presença de uma montanha de camadas xistosas, com grutas, nasceu o nome da cidade, situada ao sul do Estado do Paraná. O termo “lapa” originou-se do vocábulo pré-céltico “lappa”, em referência à grande pedra ou laje que forma um abrigo.

Em 1541, Dom Alvar Nuñez Cabeza de Vaca passou por essa região onde, tempos depois, surgiu o povoamento de Capão Alto, que floresceu por fazer parte do “Caminho dos Tropeiros”, estrada que ligava o Rio Grande do Sul ao Estado de São Paulo (Viamão a Sorocaba), passagem das tropas que abasteciam os Campos Gerais e, depois, as fazendas de café em São Paulo.




Com o empenho do capitão de ordenanças Francisco Teixeira Coelho, em 6 de junho de 1806, a freguesia foi elevada à categoria de Vila, com a denominação de Vila Nova do Príncipe, por portaria do Governo de São Paulo, sendo instalada em 11 de junho do mesmo ano.




A 30 maio de 1870, a Vila Nova do Príncipe progrediu ainda mais com a elevação à Cabeça de Comarca, deixando, dessa forma, de ser Termo Judiciário de Curitiba. A instalação da Comarca ocorreu no dia 11 de junho de 1871 pelo seu primeiro Juiz de Direito, Dr. Antônio Cândido de Abreu.




Em 7 de março de 1872, Vila Nova do Príncipe recebeu foros de cidade com o nome de Lapa, pela Lei nº 293. De acordo com o Censo realizado nesse mesmo ano, o número de pessoas que habitavam o município era de 8.709, sendo destes 982 urbanos e 7.727 rurais.



O município da Lapa possui uma das maiores áreas territoriais do Paraná e tem um grande potencial agropastoril. Destaca-se pela produção de frutas de caroço (pêssego, ameixa e nectarina), milho, feijão, soja, batata e um importante rebanho de gado de corte e leite.



Suas casas guardam arquitetura típica colonial portuguesa. Caiadas de branco, rosa, amarelo ou azul, pé direito alto: testemunhas de cada século costurando sua história.



Em 1989, por reivindicação do ex-prefeito Sérgio Leone, foram tombados os casarios da Lapa, no contexto de sua paisagem, pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, de acordo com as normas de uso do setor histórico em todo seu detalhamento, preservando assim a sua memória.



A Lapa possui no seu Centro Histórico 14 quarteirões com 235 imóveis. Nesse espaço, há muitas casas que guardam a arquitetura típica das classes abastadas; casas que testemunham até hoje um pouco da história de cada século, sem perder a identidade e o seu encantamento.

A Lapa é bela, graciosa e carismática. É uma das poucas cidades brasileiras que contempla todos os tipos de turismo: histórico, cultural, religioso, rural, ecológico e de saúde.


Textos / trechos extraídos do livro Lapa – Tropas e Tropeiros: Caminhos da História. Este livro é um projeto do Instituto Borges da Silveira e Instituto Histórico e Cultural da Lapa, e tem como autoras as Sras. Maria Inês Borges da Silveira e Valéria Borges da Silveira.
Fotografias gentilmente cedidas pelo Sr. Sérgio Augusto Leone (in memorian).


...o poder pertence a Deus. Sl 62,11